Co-CEO da DC Studios, James Gunn confirmou que o filme Supergirl não deve ser encarado como uma adaptação completa da aclamada HQ A Mulher do Amanhã, escrita por Tom King. Em entrevista ao Awards Circuit, da Variety, o cineasta explicou que, apesar da forte inspiração no material original, a produção optou por seguir um caminho próprio dentro do novo DCU.
Segundo Gunn, a equipe criativa tomou diversas liberdades justamente para construir uma identidade única para a personagem nas telonas — o que, inclusive, motivou a mudança no título oficial do longa.
“Eu amo a Milly no filme. É uma fantasia espacial que, de certa forma, lembra Guardiões da Galáxia, mas é baseada na HQ do Tom King. Não segue o material de forma religiosa, mas tem muito do seu núcleo ali. Estou realmente empolgado para as pessoas assistirem ao filme e a própria Milly em ação”, afirmou Gunn.
O longa será estrelado por Milly Alcock no papel de Kara Zor-El e promete uma abordagem mais cósmica e aventureira da heroína. Na trama, quando um inimigo inesperado e implacável surge, Kara é forçada, contra sua vontade, a se unir a uma companheira improvável. Juntas, elas embarcam em uma jornada épica pelo espaço, onde temas como vingança, justiça e identidade entram em conflito, levando a Supergirl a confrontar suas próprias origens.
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A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por Cruella, reforçando a proposta de um filme com personalidade marcante e visual estilizado.
Supergirl tem estreia marcada para 25 de junho de 2026 no Brasil, integrando oficialmente a nova fase do Universo DC nos cinemas.

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